7 provas da existência de vida extraterrestre

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Quando se fala em vida extraterrestre, nem sempre se refere a homenzinhos verdes em naves altamente tecnológicas. A capacidade de microrganismos de se manterem vivos em outros planetas, já se configura em um indício de que é possível o desenvolvimento de vida em outros planetas.

Confira 7 provas da existência de vida extraterrestre:

1. Cometas e asteroides deram início à vida na Terra

Esta teoria sustenta tese de que a vida na Terra teria tido início após a colisão de cometas e asteroides. Estes teriam despejado substâncias químicas na água, fazendo com que daí se formassem os primeiros aminoácidos e a vida fosse desenvolvida.

Assim, é possível supor que processo semelhante possa ter ocorrido em outros planetas, gerando formas de vida.

2. Microrganismos que sobrevivem no espaço

Na superfície externa da Estação Espacial Internacional, que faria uma viagem com duração de 18 meses, foram aplicados esporos de mofo.

Alguns dos microrganismos não resistiram por conta de queimaduras causadas por raios ultravioletas, mas boa parte dos fungos voltou ileso.

Em uma experiência semelhante, foram enviados líquens, que são comunidades celulares de fungos e algas, para a órbita abaixo da Terra por 14 dias. Os líquens também voltaram ilesos.

Além dessas experiências, notou-se que micróbios estavam se proliferando rapidamente no interior da estação espacial da NASA. Isso revelou-se um problema e medidas precisaram ser tomadas para que o espaço não se contaminasse.

3. A existência de água em outros planetas

A água, certamente, é imprescindível para o desenvolvimento da vida. Curiosamente, já foi constado que há 4,5 milhões de anos havia água em Marte.

Aproximadamente 20% da superfície do planeta vermelho era coberto por um oceano, criando condições climáticas favoráveis para existência de vida extraterrestre.

Títan, a maior lua de Saturno possui água em estado sólido em sua superfície. Já Callisto e Ganímedes, que são satélites de Júpiter possuem oceanos congelados.

4. A vida na Terra teve início antes do que se imaginava

Há pouco tempo, pesquisadores constataram que a vida na Terra teve origem há cerca de 220 milhões de anos antes do que se pensava.

Essa constatação foi possível após a descoberta de fósseis da Groelândia, que datam de 3,7 bilhões de anos.

As estruturas encontradas são estromatólitos e indicam que a vida na Terra começou pouco tempo depois da formação do planeta, a cerca de 4,5 bilhões de anos.

Essa comprovação pode ser um indício de que também possa ter havido uma forma de vida rudimentar em Marte.

5. Uma estrela que pode sofrer influência extraterrestre

A estrela KIC 8462852 está a uma distância de 1.500 anos-luz da Terra.

Em 2009, quando foi encontrada, esta estrela intrigou os pesquisadores, pois ao contrário de todas as 150 mil estrelas que foram avistadas pelo mesmo telescópio, a KIC 8462852 se comporta de forma diferente, pois a intensidade de seu brilho diminui em intervalos bastante irregulares.

Por essa peculiaridade, alguns cientistas levantaram a teoria de que este comportamento poderia ter como causa interferência extraterrestre, como se uma grande estrutura alienígena estivesse tentando “retirar” energia da estrela.

As chances disso acontecer são muito pequenas, mas os cientistas seguem estudando o fenômeno.

6. Cometa com possíveis organismos vivos

O robô de missão espacial Philae colheu material que evidenciou a existência de microrganismos abaixo da superfície do cometa Chury.

Os cientistas acreditam que a crosta negra do cometa é rica em material orgânico e que os lagos gelados presentes nele só são possíveis pela presença de micróbios.

A sonda espacial Rosetta, que também orbita em torno do cometa Chury, teria descoberto conjuntos de materiais orgânicos no astro, o que suspeita-se tratar de vírus.

7. Comprovação de que há vida em condições extremas

Em nosso planeta, há provas de que a vida em condições extremas é possível.

Um exemplo disso é que animais de características primitivas já foram encontrados em áreas de baixa profundidade nos oceanos. Isso mostra o poder de adaptação das espécies.

Na Antártida foi encontrado um tipo de vírus que está congelado há mais de 30.000 anos.

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