5 Objetos amaldiçoados para se manter distância

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Você acredita que existem objetos amaldiçoados que podem carregar forças e energias sobrenaturais capazes de interferir no destino das pessoas que têm contato com eles e até mesmo causar grandes tragédias?

Fizemos uma lista com 5 objetos considerados amaldiçoados que ninguém quer chegar perto. Confira!

1. Caixa Dybbuk

A história da Caixa de Dybbuk remonta a 1938, época em que o nazismo estava em ascensão na Polônia.

Um grupo de mulheres teriam realizado um ritual para pedir aos espíritos do além clemência a seu povo. O espírito teria pedido para ser libertado, mas as mulheres perceberam tarde demais que se tratava um espírito maligno.

Um novo ritual teria sido feito para aprisionar o espírito, mas sem sucesso.

Após o final da Segunda Guerra, uma das mulheres tentou novamente aprisionar o espírito em uma caixa e dessa vez teria obtido sucesso.

A dona da caixa se mudou para os Estados Unidos e após sua morte o objeto foi herdado por sua neta, a Sra. Havela, que havia sido alertada para o perigo de abrir a caixa. A caixa acabou sendo vendida em uma venda de garagem para Kevin Mannis.

Dybbuk seria no folclore judeu um espírito maligno que foi condenado a vagar pelo mundo e que se apodera do corpo das pessoas.

Todas as pessoas que tiveram posse da caixa sentiam coisas sobrenaturais ou foram vítimas de tragédias inesperadas. A história da caixa inspirou o filme Possessão.

2. O quadro do homem angustiado

The Anguished Man é uma pintura que retrata um homem com a boca aberta como se estivesse espantado.

O quadro pertencia à avó de Sean Robinson. Ela o deixava guardado no sótão, pois, ao olhar para a pintura, ouvia vozes e via sombras.

Sean herdou o quadro da avó e pendurou em sua casa. Logo após isso, coisas macabras começaram a ocorrer, como o filho dele ter caído da escada e a mulher sentir o cabelo ser puxado. Além disso, a família passou a ver sombras na casa.

Mas seria o quadro que estava causando tudo isso? Para tirar qualquer dúvida, o objeto foi deixado em um cômodo e filmado por três dias.

Na filmagem, é possível ver a porta se movendo e objetos caindo.

A lenda que gira em torno do quadro é que o pintor misturou seu sangue à tinta e se matou em seguida. Com medo, a família guardou novamente o quadro.

3. Escultura The Women from Lemb

Estima-se que a escultura The Women from Lemb foi esculpida em 3.500 a.C e é uma representação da deusa da fertilidade.

Entretanto, a escultura ficou mais conhecida como “A Deusa da Morte”, sendo um dos objetos amaldiçoados mais misteriosos existentes.

A escultura foi descoberta em 1878, em Lemba, Chipre. O primeiro dono do objeto foi Lord Elphont, que viu sete membros de sua família morrerem de forma misteriosa.

Com os proprietários seguintes, ocorreram as mesmas tragédias. Assim, o último herdeiro doou a escultura para o Museu Real da Escócia, em Edimburgo.

Entretanto, o chefe da sessão em que a escultura foi exposta morreu de forma súbita e, apesar da direção do Museu negar que a escultura seja amaldiçoada, uma cúpula de vidro foi colocada sobre ela.

4. A cadeira de Thomas Busby

Trata-se de uma cadeira de carvalho que foi amaldiçoada pelo assassino Thomas Busby, que foi acusado de matar seu sogro.

Busby tinha uma pousada e foi condenado por enforcamento por ter espancado o sogro até a morte.

No dia de sua execução, Busby estava muito bêbado e teve de ser arrastado de sua cadeira favorita.

Enquanto ele era levado à forca, amaldiçoou a cadeira prometendo que aqueles que sentassem nela teriam morte súbita e violenta.

O novo proprietário da pousada não acreditava na maldição e manteve a cadeira normalmente no estabelecimento.

Um limpador de chaminés que sentou na cadeira em 1894 foi encontrado enforcado em uma porta na manhã seguinte, próximo ao local em que Busby foi executado.

Outras pessoas que tiveram coragem de sentar na cadeira tiveram mortes trágicas, como o caso de dois pilotos da Força Aérea Real Britânica que morreram quando o carro deles bateu em uma árvore.

Atualmente, a cadeira foi movida para o Museu de Thirsk e está pendurada para que ninguém sente nela.

5. Diamante Hope

As origens desse diamante são misteriosas. Há quem acredite que a pedra era o olho de uma estátua da deusa Sita, pertencente a um templo hindu.

No século XVII, a pedra foi roubada pelo mercador francês Jean Baptiste Tavernier, que se acredita ter tido uma morte trágica, tendo sido devorado por lobos.

Em 1668, o diamante foi comprado pelo rei francês Luís XIV, que mandou lapidar a pedra que mais tarde se tornaria o Diamante Azul da Coroa.

A pedra permaneceu na família por três gerações até que Luís XVI o deu à Maria Antonieta, em seu casamento. Em 1793, o casal foi guilhotinado na Revolução Francesa.

Após isso, a pedra sumiu e reapareceu somente em 1812, nas mãos do banqueiro inglês Thomas Hope. Em 1839, a pedra foi dada ao seu irmão Henry, que morreu no mesmo ano.

O neto Francis precisou vendê-lo para pagar as dívidas da família. A esposa de Francis, May Yohé, foi a primeira pessoa a afirmar que a pedra era amaldiçoada e motivo de desgraças.

Em 1907, o merchant norte-americano Simon Frankel, que também foi dono do diamante, faliu e ficou na miséria. Em 1911, a pedra passou para a posse da socialite Evalyn McLean, que teve o marido internado em um sanatório e o filho morto em um acidente de carro. Ambos colocaram a culpa de sua tragédia pessoal na pedra.

Evalyn foi a última dona do diamante, que hoje faz parte do acervo do Instituto de Museus Smithsonian, pertencente aos Estados Unidos.

Um vez uma das jóias mais cobiçadas existentes, hoje este diamante é um dos objetos amaldiçoados mais temidos.

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