Estamos preparados para a revolução dos androides?

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A Terra possui 4,5 bilhões de anos e, atualmente, vivemos em um momento de evolução tecnológica em relação à criação de máquinas e velocidade de acesso à informação.

Desse modo, é comum que se discuta no mundo inteiro sobre Inteligência Artificial e de que forma essa aplicação pode ser mais útil no dia-a-dia das pessoas.

Contudo, a inserção de robôs possui um custo social, que é o de acabar substituindo os humanos por androides.

Será que estamos preparados para essa revolução?

Robôs podem substituir humanos?

Com o avanço da inteligência artificial e robótica há uma ameaça cada vez maior de que as pessoas sejam substituídas por máquinas em profissões que requerem habilidades mais específicas e complexas.

Primeiramente, as máquinas estão substituindo os homens em atividades mais simples, como as funções em linhas de montagens de fábricas, por exemplo.

Mas, e depois? Este questionamento faz com que se levantem ideias acerca de uma corrente de pensamento bastante pessimista sobre esse cenário, a chamada de robocalipse.

A robocalipse crê que a automação será a causa de uma avalanche de desempregos, o que consequentemente desencadeará uma grande crise na economia.

Por outro lado, há também outra corrente ideológica que acredita que a evolução da inteligência artificial será uma forma de impor adaptações aos trabalhadores, já que criará demandas de vagas que não podem ser realizadas por robôs.

Isso porque, necessitarão de maior criatividade, originalidade e inteligência social, que são características difíceis de automatizar.

Entretanto, é inegável que, assim como já ocorreu no passado, algumas profissões devem desaparecer nesse processo de automação.

Outro ponto a se pensar em mundo dominado por robôs são questões do tipo: No caso de um acidente causado por um carro sem motorista, quem seria responsabilizado?

Ainda falta consciência nos androides

É fato que os androides já estão entre nós e que eles foram criados para substituir e servir a humanidade em situações de riscos.

Contudo, falta aos robôs humanoides consciência e, os cientistas, ainda não chegaram a um consenso de qual seria a melhor forma de modelar essa consciência em robôs.

Cena do filme: Ex_Machina: Instinto Artificial

Há androides que até mesmo conseguem detectar emoções básicas universais a partir de redes neurais artificiais que imitam o sistema nervoso humano.

Um exemplo disso é a robô Sophia, criada por David Hanson, dono da Hanson Robotics, empresa com sede em Hong Kong.

Sophia e David Hanson

Sophia possui um sistema de inteligência artificial com software similar a assistentes virtuais como a Siri (Apple).

Há palavras previamente gravadas no software que permitem a compreensão de perguntas e a escolha de uma resposta adequada. Com isso, o robô consegue estabelecer diálogos naturais.

Por ter uma câmera nos olhos, é possível fazer o reconhecimento de pessoas e manter o contato visual. A pele é feita de um material que se dobra e contrai, o que permite movimentos faciais semelhantes às expressões humanas.

Robô Sophia

A ética no trabalho com inteligência artificial e robótica é uma área em constante discussão. Assim, espera-se que os cientistas possuam o bom senso em desenvolver máquinas que trabalhem para o bem da sociedade.

Seria possível em um futuro não tão distante a revolução das máquinas?

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