Parkinson: A doença degenerativa do sistema nervoso

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Mal de Parkinson ou Doença de Parkinson é uma patologia crônica do sistema neurológico, que ainda não tem cura e afeta principalmente o cérebro.

Entre as características do Mal de Parkinson estão os tremores, dificuldade para se movimentar e coordenação motora prejudicada.

As Causas do Mal de Parkinson

Entre as causas do Parkinson estão:

1. Falta de dopamina

As células nervosas que utilizam a dopamina, que ajuda no controle dos movimentos musculares.

Quando as células nervosas que produzem a dopamina são destruídas lenta e progressivamente, o Parkinson começa a se manifestar a partir da perda da função muscular, que ocorre progressivamente.

2. Fatores genéticos

Mutações genéticas podem desencadear o Parkinson. Contudo, essas situações são raras e, em geral, são vistas somente em pessoas que possuem familiares afetados pela doença.

3. Fatores relacionados ao meio

Estar exposto a determinadas toxinas ou fatores ambientais aumenta o risco de desenvolvimento da doença. Contudo, esse risco ainda é considerado pequeno.

Os fatores de risco para o desenvolvimento do Parkinson

A idade é um dos principais fatores de risco do Parkinson. Isso porque, adultos jovens raramente apresentam a doença, que é a mais comum na terceira idade (a partir dos 60 anos).

A hereditariedade também é tida como um fator de risco, já que ter um familiar próximo com a doença aumenta as chances de manifestação.

Outro ponto destacado pelos cientistas é o gênero. Há comprovação que os homens são mais propensos ao desenvolvimento do Mal de Parkinson em relação às mulheres. As mulheres também costumam apresentar sintomas cerca de dois anos depois de quando os homens apresentam.

Estar exposto continuamente a herbicidas e pesticidas também pode aumentar o risco de degradação das células cerebrais, impulsionando a doença.

Os sintomas da Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson pode afetar apenas um ou os dois lados do corpo. A perda de função depende da gravidade e estágio da doença. Entre os principais sintomas do estágio inicial estão:

  • Movimentos mais lentos;
  • Tremores;
  • Rigidez muscular.

Conforme a doença avança o paciente pode apresentar sintomas mais significativos, como:

  • Redução ou desaparecimento de movimentos automáticos, como o piscar de olhos;
  • Tendência a babar de forma involuntária;
  • Perda da expressão facial;
  • Mialgia (dores musculares);
  • Passos mais curtos;
  • Inclinação do corpo para a frente;
  • Dificuldade de engolir;
  • Dificuldade de movimentação, como para andar, sentar e levantar.

Há ainda sintomas não motores, como:

  • Confusão mental;
  • Demência;
  • Alucinações;
  • Perda de memória;
  • Desmaios;
  • Ansiedade e estresse;
  • Voz mais fraca e fala pausada.

Como é feito o diagnóstico

O neurologista é a especialidade médica que diagnostica a doença com base no histórico médico do paciente e exames neurológicos e físicos.

A ressonância magnética e a tomografia cerebral servem para fazer a avaliação e descartar outras doenças que podem causar os sintomas.

O exame de tomografia também quantifica a dopamina presente no cérebro.

O tratamento para o Parkinson

Até o momento o Parkinson não tem cura. Assim, o objetivo do tratamento é fazer o controle dos sintomas.

São usados alguns medicamentos e, em alguns casos, também recomenda-se cirurgia. O médico pode ainda recomendar mudanças no estilo de vida, como a inclusão de exercício aeróbicos e fisioterapia.

Todo o tratamento é voltado para que o paciente possa ter uma melhor qualidade de vida, já que a doença é progressiva e irá acompanhá-lo pelo resto da vida.

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