Os serial killers mais cruéis da história

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Serial killers são assassinos que matam seguindo um padrão. Apesar de terem protagonizado  histórias macabras, nota-se um interesse das pessoas em conhecer mais sobre a mente desses assassinos.

Não é raro que esses criminosos tenham tido uma infância difícil, com abusos e traumas. Há ainda os fanáticos religiosos, que dizem receber ordens de uma entidade superiora para matar.

Fizemos uma lista com 5 dos assassinos mais cruéis da história. Com certeza você já ouviu falar de algum deles!

1. Jack, o estripador

Este certamente é um dos serial killers mais famoso da história. No século XIX, Jack matava de forma cruel prostitutas de Londres.

Este pseudônimo foi dado por conta de o assassino cortar a garganta e retirar de forma precisa os órgãos internos das mulheres. O modo de agir do assassino fez com que a polícia acreditasse que ele tinha conhecimentos de anatomia e cirurgia.

Apesar da grande notoriedade sobre os crimes na época, as autoridades não chegaram a descobrir quem era o assassino.

A polícia recebia muitas denúncias e a maioria por cartas. Contudo, a maioria dessas cartas era escrita por pessoas tentando se passar pelo assassino.

Em 2014, a identidade real de Jack, o Estripador pode ter sido revelada a partir de um exame de DNA feito em um xale que pertencia a uma das vítimas e foi retirado da cena do crime.

2. Thug Behram

Este indiano é considerado o assassino em série que mais matou pessoas. Ao todo, são 931 mortes em crimes praticadas entre os anos de 1790 e 1849.

Behram não agia sozinho. Ele tinha de 30 a 50 capangas que seguiam suas ordens para execução.

As vítimas eram mortas asfixiadas com um rumal, um lenço indiano usado em cerimônias. Outra forma de matar do assassino, era asfixiando as vítimas com um laço de seda contendo um peso de chumbo nas pontas.

Ao ser capturado, o serial killer disse que se orgulhava dos crimes cometidos. Ele foi condenado à forca.

3. Albert Fish

Além de serial killer, Albert fisher era pedófilo e canibal. Totalmente perturbado, Fish tinha alucinações de que Deus o mandava torturar e castrar garotos.

Durante os anos de 1920, Fish percorreu mais de 20 estados norte-americanos se passando por pintor. Esse era seu disfarce para molestar e matar crianças.

A crueldade era tanta que o assassino enviou cartas para os familiares de algumas de suas vítimas, onde relatava os detalhes da morte e até mesmo canibalismo.

Em 11 de março de 1935, Fish foi condenado à cadeira elétrica. A execução ocorreu em 16 de janeiro de 1936.

4. Charles Manson

Charles Manson ficou conhecido no final da década de 1960 por ser líder de uma seita em São Francisco, Califórnia.

A seita de Manson convencia os integrantes a roubar e matar. No local dos crimes, mensagens eram escritas com o sangue das vítimas.

O crime mais famoso da seita de Manson foi o praticado contra a atriz Sharon Tate, mulher do cineasta Roman Polanski.

Os integrantes da seita invadiram uma casa que ela estava com um grupo de amigos. Sharon, que estava grávida de 8 meses, foi torturada e morta juntamente com as outras pessoas.

Na parede do local, o grupo escreveu mensagens enigmáticas com o sangue das vítimas, como “Morte aos Porcos”, “Eleve-se” e “Helter Skelter”.

O crime inspirou a banda The Beatles a compor a música “Helter Skelter”.

Em 1971, Manson foi preso e condenado à morte. Mas, sua pena foi convertida em prisão perpétua. Ele morreu em 19 de novembro de 2017.

5. Mary Ann Cotton

Entre os serial killers mais cruéis está também uma mulher. Mary Ann Cotton viveu no século XIX e tinha um modo muito peculiar de agir: envenenamento por arsênico.

Acredita-se que ela tenha matado cerca de 21 pessoas, incluindo seus filhos, mãe, amigos,  quatro maridos e um amante. Essas pessoas sempre morriam de problemas relacionados ao sistema digestivo (febre gástrica).

Ela matava os maridos envenenados para receber o seguro, que fazia com que eles colocassem em seu nome.

Por conta dos crimes cometidos, Cotton foi condenada à morte e enforcada no dia 24 de março de 1873.

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